sábado, 19 de abril de 2014

O discípulo de Jesus é deste mundo?

Estamos em dias de caos, de conflitos que jamais poderíamos imaginar que passaríamos. Filhos que matam seus pais a pauladas, pais que arremessam seus filhos de prédios, que estupram, que violentam, que maltratam.
              O mundo está de cabeça para baixo, sem ordem, sem segurança e, principalmente, sem esperança. Parece que estamos fora da ordem mundial, parece que nós não vivemos neste mundo. Procuramos paz e o mundo nos dá a guerra, procuramos harmonia e recebemos o caos, procuramos vida e ele nos apresenta a morte. Onde encontraremos abrigo? Como viveremos em dias como estes?

              Como andaremos? Como agiremos para ter garantido um futuro de Paz?
Sabemos que devemos ser como Jesus é, que devemos ser seus discípulos, seus imitadores. E que somente assim mudaremos nossas vidas e transformaremos o mundo.
Não nos adianta somente saber qual o caminho, mas sim, como trilhar esse caminho. Precisamos é saber como um Cristão age em meio a este caos que estamos inseridos.
Não é fácil aprender e compreender o caminho do cristianismo, não é prazeroso seguir este caminho ou simplesmente fazer o que é certo fazer, como é difícil não amar somente nossa própria vida, como é difícil entender que sem o outro é impossível viver, como dói perceber que o mundo caminha, a passos largos, para o caos existencial, sombrio, solitário e destrutivo.
Este caminho não é impossível de ser trilhado, mas é para poucos essa jornada. Em alguns momentos o discípulo parece ser um estrangeiro, parece que estamos fora de esquadro, fora do eixo, fora de uma ordem mundial.
          O discípulo ama a Jesus mais do que sua própria vida, ele sempre anda em rebanho. Ele ama a submissão. Sua vida é conhecida por todos, é de sacrifício, renuncia. Os outros reconhecem sua santidade, seu caminho é de luz. O discípulo não entra em contendas e discórdias e maledicências, ele perde todas, para o engrandecimento do Reino de seu Mestre.
         Vendo assim, o discípulo de Jesus não é deste mundo, ele só está aqui de passagem!!

Certos do amor de Deus por nós.

Paternalmente,

Pr. João Paulo Gouvêa


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